Mãe divulga na tribuna da Câmara vaquinha para tratamento da filha com fibrose cística

Mãe divulga na tribuna da Câmara vaquinha para tratamento da filha com fibrose cística

02 DE Junho DE 2022

 

O drama vivido pela família da menina Lara Schramm Morlo, de 13 anos, foi levado à Câmara na sessão de hoje (02), no momento da presidência, pela mãe Tatiane Schramm. Ela é portadora de fibrose cística, uma doença genética que não tem cura e que requer tratamento médico especializado e de alto custo.

 

Disse que a filha hoje dispõe de apenas 34% da função pulmonar e necessita de recursos para consultas, exames, mas principalmente para a compra de um medicamento importado. O remédio é capaz de aumentar sua função pulmonar, reduzir a dependência de oxigênio e internamentos por infecções recorrentes. A medicação ainda não está disponível no Brasil, o que impede aquisição pelo SUS e tem custo R$ 22 mil reais a caixa com 30 comprimidos. Sendo de uso contínuo, o remédio faz com que o quadro seja estabilizado, já que hoje ela realiza de duas a três internações por ano.

 

Tatiane lembrou que a doença da filha a impede trabalhar, e pediu apoio às campanhas nos endereços criados para receber doações: vakinha.com.br/2827535 e PIX 47991151417.

 

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O vídeo completo da sessão

A galeria de fotos da sessão

 


Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB

Mãe divulga na tribuna da Câmara vaquinha para tratamento da filha com fibrose cística

Mãe divulga na tribuna da Câmara vaquinha para tratamento da filha com fibrose cística

02 DE Junho DE 2022

 

O drama vivido pela família da menina Lara Schramm Morlo, de 13 anos, foi levado à Câmara na sessão de hoje (02), no momento da presidência, pela mãe Tatiane Schramm. Ela é portadora de fibrose cística, uma doença genética que não tem cura e que requer tratamento médico especializado e de alto custo.

 

Disse que a filha hoje dispõe de apenas 34% da função pulmonar e necessita de recursos para consultas, exames, mas principalmente para a compra de um medicamento importado. O remédio é capaz de aumentar sua função pulmonar, reduzir a dependência de oxigênio e internamentos por infecções recorrentes. A medicação ainda não está disponível no Brasil, o que impede aquisição pelo SUS e tem custo R$ 22 mil reais a caixa com 30 comprimidos. Sendo de uso contínuo, o remédio faz com que o quadro seja estabilizado, já que hoje ela realiza de duas a três internações por ano.

 

Tatiane lembrou que a doença da filha a impede trabalhar, e pediu apoio às campanhas nos endereços criados para receber doações: vakinha.com.br/2827535 e PIX 47991151417.

 

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Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB