Integrante da comissão do Março Roxo fala sobre a epilepsia e o combate ao preconceito contra as pessoas com a doença
Adrieli Francisco Bueno, integrante da Comissão do Março Roxo - Blumenau, ocupou a tribuna para falar sobre a epilepsia e sobre a importância de combater o preconceito contra as pessoas que têm a doença.
Ela lembrou que Blumenau foi a primeira cidade do país a instituir o mês todo para a conscientização da epilepsia, o Março Roxo, e que o dia municipal da epilepsia é em 26 de março. Recordou que foi a partir desse projeto aprovado na Câmara de Vereadores que o movimento do município começou a ter destaque nacional, e que hoje ela foi nomeada “embaixadora da epilepsia do estado de Santa Catarina” pela Associação Brasileira de Epilepsia.
Assinalou que a campanha Março Roxo quer conscientizar e levar a população a descontruir visões equivocadas sobre a doença. Apontou que essa conscientização precisa ocorrer de forma mais intensa nas escolas, postos de saúde e hospitais. Para isso, pediu o apoio dos vereadores para que as informações possam ser levadas por meio de palestras e treinamentos de primeiros socorros nas escolas, atingindo educadores, alunos e pais.
Falou de algumas dificuldades enfrentadas pelo paciente com epilepsia, como o preconceito no local de trabalho, e os sintomas que vão além dos físicos, mas também atingem o emocional, a parte social, econômica e a qualidade de vida do indivíduo. “Somente a informação pode afastar o preconceito”, salientou.
Ela ainda esclareceu que a saliva não é contagiosa e que a pessoa com epilepsia não é alguém castigado por Deus. “Essas pessoas tomam medicamentos e, em sua maioria, têm uma vida normal”. Apontou que uma pessoa em crise precisa de auxílio, e deve-se deixá-la de lado, protegendo sua cabeça, e não tentar contê-la. “Não coloque nada na boca dessa pessoa, apenas peça ajuda ao Samu ou ao Corpo de Bombeiros”, alertou, acrescentando que uma crise que dura mais de dois minutos é uma condição grave.
Ao final, relatou emocionada um contato que recebeu de uma mãe que perdeu o filho Eduardo em uma crise epilética que teve na escola, onde ninguém tinha informação sobre como ajudá-lo, e pediu uma salva de palmas em homenagem ao jovem.
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
Integrante da comissão do Março Roxo fala sobre a epilepsia e o combate ao preconceito contra as pessoas com a doença
Adrieli Francisco Bueno, integrante da Comissão do Março Roxo - Blumenau, ocupou a tribuna para falar sobre a epilepsia e sobre a importância de combater o preconceito contra as pessoas que têm a doença.
Ela lembrou que Blumenau foi a primeira cidade do país a instituir o mês todo para a conscientização da epilepsia, o Março Roxo, e que o dia municipal da epilepsia é em 26 de março. Recordou que foi a partir desse projeto aprovado na Câmara de Vereadores que o movimento do município começou a ter destaque nacional, e que hoje ela foi nomeada “embaixadora da epilepsia do estado de Santa Catarina” pela Associação Brasileira de Epilepsia.
Assinalou que a campanha Março Roxo quer conscientizar e levar a população a descontruir visões equivocadas sobre a doença. Apontou que essa conscientização precisa ocorrer de forma mais intensa nas escolas, postos de saúde e hospitais. Para isso, pediu o apoio dos vereadores para que as informações possam ser levadas por meio de palestras e treinamentos de primeiros socorros nas escolas, atingindo educadores, alunos e pais.
Falou de algumas dificuldades enfrentadas pelo paciente com epilepsia, como o preconceito no local de trabalho, e os sintomas que vão além dos físicos, mas também atingem o emocional, a parte social, econômica e a qualidade de vida do indivíduo. “Somente a informação pode afastar o preconceito”, salientou.
Ela ainda esclareceu que a saliva não é contagiosa e que a pessoa com epilepsia não é alguém castigado por Deus. “Essas pessoas tomam medicamentos e, em sua maioria, têm uma vida normal”. Apontou que uma pessoa em crise precisa de auxílio, e deve-se deixá-la de lado, protegendo sua cabeça, e não tentar contê-la. “Não coloque nada na boca dessa pessoa, apenas peça ajuda ao Samu ou ao Corpo de Bombeiros”, alertou, acrescentando que uma crise que dura mais de dois minutos é uma condição grave.
Ao final, relatou emocionada um contato que recebeu de uma mãe que perdeu o filho Eduardo em uma crise epilética que teve na escola, onde ninguém tinha informação sobre como ajudá-lo, e pediu uma salva de palmas em homenagem ao jovem.
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
