Representante da ONG ONDA-Autismo apresenta na tribuna material para preparar alunos autistas para situações de perigo
Eleandra Katarina Barbieri, representante da Organização Neurodiversa pelos Direitos dos Autistas, a ONDA-Autismo, ocupou a tribuna na sessão desta quinta-feira (20). Ela falou sobre o aumento dos diagnósticos de autismo, salientando que hoje 1 em cada 36 crianças de 8 anos têm o diagnóstico, e que o crescimento pode ser entendido como uma maior facilidade de se diagnosticar a condição.
Disse que isso significa que cada sala de aula conta com ao menos um aluno autista. Assinalou que atualmente a rede municipal de educação dispõe de professores auxiliares para darem suporte a esses alunos, mas questionou como está a preparação dos demais professores e profissionais que atuam nas escolas.
Disse que a ONDA-Autismo disponibiliza uma formação continuada com certificação e material didático, feita por videoaulas e também aulas presenciais para sanar dúvidas. Sugeriu que o município adote essa formação como obrigatória através de projeto de lei, como já acontece em outros municípios.
Em seguida falou sobre a vulnerabilidade de crianças autistas em situações de perigo, como o ataque que ocorreu à creche no dia 5. Disse que uma criança PCD tem 10 vezes mais chances de sofrer violência e ressaltou que os autistas têm dificuldades de compreender situações de perigo.
Ela apresentou a “história social” criada por ela, um material ilustrado para orientar crianças com autismo a como proceder nessas situações, e disse que o material está disponível para ser usado gratuitamente nas escolas da rede pública municipal, já tendo sido apresentado à secretária da Pessoa com Deficiência e Paradesporto.
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
Representante da ONG ONDA-Autismo apresenta na tribuna material para preparar alunos autistas para situações de perigo
Eleandra Katarina Barbieri, representante da Organização Neurodiversa pelos Direitos dos Autistas, a ONDA-Autismo, ocupou a tribuna na sessão desta quinta-feira (20). Ela falou sobre o aumento dos diagnósticos de autismo, salientando que hoje 1 em cada 36 crianças de 8 anos têm o diagnóstico, e que o crescimento pode ser entendido como uma maior facilidade de se diagnosticar a condição.
Disse que isso significa que cada sala de aula conta com ao menos um aluno autista. Assinalou que atualmente a rede municipal de educação dispõe de professores auxiliares para darem suporte a esses alunos, mas questionou como está a preparação dos demais professores e profissionais que atuam nas escolas.
Disse que a ONDA-Autismo disponibiliza uma formação continuada com certificação e material didático, feita por videoaulas e também aulas presenciais para sanar dúvidas. Sugeriu que o município adote essa formação como obrigatória através de projeto de lei, como já acontece em outros municípios.
Em seguida falou sobre a vulnerabilidade de crianças autistas em situações de perigo, como o ataque que ocorreu à creche no dia 5. Disse que uma criança PCD tem 10 vezes mais chances de sofrer violência e ressaltou que os autistas têm dificuldades de compreender situações de perigo.
Ela apresentou a “história social” criada por ela, um material ilustrado para orientar crianças com autismo a como proceder nessas situações, e disse que o material está disponível para ser usado gratuitamente nas escolas da rede pública municipal, já tendo sido apresentado à secretária da Pessoa com Deficiência e Paradesporto.
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
