Consultor de Trânsito fala na tribuna sobre o custo social dos acidentes de trânsito e como evitá-los
Emerson Luiz Andrade, Policial Rodoviário Estadual da reserva e Consultor de Trânsito, ocupou a tribuna livre na sessão desta terça-feira (9) para falar sobre o tema “O custo social dos acidentes de trânsito. O que fazer para evitá-los”.
Iniciou falando de sua atuação, durante 30 anos, na Polícia Rodoviária Estadual, na qual combateu dia e noite a violência no trânsito. Falou que presenciou inúmeras tragédias e hoje atua em busca de um trânsito mais seguro. “Não é utopia, nem um sonho. Podemos frear o alto índice de violência no trânsito, basta mudarmos nosso comportamento”, assegurou.
Apontou que 90% dos acidentes têm o componente da falha humana, e que toda vez que ia atender um sinistro identificava uma ou mais infrações de trânsito que culminaram naquela tragédia. Disse que as mais comuns são embriaguez ao volante, avanço do sinal vermelho, excesso de velocidade, falta de atenção e uso do celular ao volante.
Trouxe dados do IPEA sobre os custos dos acidentes de trânsito para a sociedade. “A morte de uma pessoa traz uma perda incalculável, principalmente para a família. Mas para a sociedade, cada morte custa em torno de R$ 600 mil”, ressaltou. Apontou que em no país, em um ano, o impacto social é de cerca de R$ 30 bilhões, e acrescentou que esse montante poderia ser aplicado em outras áreas.
Ao final, fez um apelo para que os vereadores e a sociedade apoiem a educação para o trânsito, pois acredita que somente a fiscalização não vai dar conta de reverter o quadro atual.
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
Consultor de Trânsito fala na tribuna sobre o custo social dos acidentes de trânsito e como evitá-los
Emerson Luiz Andrade, Policial Rodoviário Estadual da reserva e Consultor de Trânsito, ocupou a tribuna livre na sessão desta terça-feira (9) para falar sobre o tema “O custo social dos acidentes de trânsito. O que fazer para evitá-los”.
Iniciou falando de sua atuação, durante 30 anos, na Polícia Rodoviária Estadual, na qual combateu dia e noite a violência no trânsito. Falou que presenciou inúmeras tragédias e hoje atua em busca de um trânsito mais seguro. “Não é utopia, nem um sonho. Podemos frear o alto índice de violência no trânsito, basta mudarmos nosso comportamento”, assegurou.
Apontou que 90% dos acidentes têm o componente da falha humana, e que toda vez que ia atender um sinistro identificava uma ou mais infrações de trânsito que culminaram naquela tragédia. Disse que as mais comuns são embriaguez ao volante, avanço do sinal vermelho, excesso de velocidade, falta de atenção e uso do celular ao volante.
Trouxe dados do IPEA sobre os custos dos acidentes de trânsito para a sociedade. “A morte de uma pessoa traz uma perda incalculável, principalmente para a família. Mas para a sociedade, cada morte custa em torno de R$ 600 mil”, ressaltou. Apontou que em no país, em um ano, o impacto social é de cerca de R$ 30 bilhões, e acrescentou que esse montante poderia ser aplicado em outras áreas.
Ao final, fez um apelo para que os vereadores e a sociedade apoiem a educação para o trânsito, pois acredita que somente a fiscalização não vai dar conta de reverter o quadro atual.
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
