Neuroterapeuta fala na tribuna sobre os desafios do TDAH e defende projeto de lei sobre o cordão de girassol
A neuroterapeuta Maria da Paz ocupou a tribuna livre na sessão desta quinta-feira (11) para falar sobre os desafios do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e demonstrar seu apoio ao projeto de lei que prevê o uso de cordão de girassol para identificar pessoa com deficiência oculta.
A profissional contou que recebeu o diagnóstico do transtorno e teve uma infância de muita luta e sofrimento. Relatou que atende em seu consultório, diariamente, crianças, jovens e adultos que relatam que não suportam mais conviver com desatenção, cansaço físico, e sentem como se carregassem uma âncora.
“Não está escrito na testa de quem tem algum desses transtornos, mas o sofrimento consome nossa energia diante das nossas dificuldades”, assinalou, ao defender o projeto de lei sobre o cordão de girassol como forma de identificação de pessoas que tem esse e outros transtornos a fim de garantir atendimento diferenciado. Ela ainda relatou que conversou inicialmente com a vereadora Silmara Miguel (PSD) sobre a proposição do projeto de lei, e então soube que o vereador Maurício Goll (PSDB) já estava trazendo o assunto ao Legislativo.
Citou que o TDAH é um transtorno que afeta diversas áreas da vida de uma pessoa, acarretando em problemas nos relacionamentos pessoais, no trabalho, em sintomas depressivos e muitos outros, pedindo que a sociedade conheça e entenda o sofrimento daqueles que têm uma deficiência oculta.
Veja Também
A playlist com as manifestações na tribuna livre da Câmara
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
Neuroterapeuta fala na tribuna sobre os desafios do TDAH e defende projeto de lei sobre o cordão de girassol
A neuroterapeuta Maria da Paz ocupou a tribuna livre na sessão desta quinta-feira (11) para falar sobre os desafios do Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) e demonstrar seu apoio ao projeto de lei que prevê o uso de cordão de girassol para identificar pessoa com deficiência oculta.
A profissional contou que recebeu o diagnóstico do transtorno e teve uma infância de muita luta e sofrimento. Relatou que atende em seu consultório, diariamente, crianças, jovens e adultos que relatam que não suportam mais conviver com desatenção, cansaço físico, e sentem como se carregassem uma âncora.
“Não está escrito na testa de quem tem algum desses transtornos, mas o sofrimento consome nossa energia diante das nossas dificuldades”, assinalou, ao defender o projeto de lei sobre o cordão de girassol como forma de identificação de pessoas que tem esse e outros transtornos a fim de garantir atendimento diferenciado. Ela ainda relatou que conversou inicialmente com a vereadora Silmara Miguel (PSD) sobre a proposição do projeto de lei, e então soube que o vereador Maurício Goll (PSDB) já estava trazendo o assunto ao Legislativo.
Citou que o TDAH é um transtorno que afeta diversas áreas da vida de uma pessoa, acarretando em problemas nos relacionamentos pessoais, no trabalho, em sintomas depressivos e muitos outros, pedindo que a sociedade conheça e entenda o sofrimento daqueles que têm uma deficiência oculta.
Veja Também
A playlist com as manifestações na tribuna livre da Câmara
Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Foto: Denner Ovidio | Imprensa CMB
