Vereador de Blumenau participa de audiência pública da Alesc sobre prevenção aos efeitos do El Niño
O vereador Bruno Win (NOVO) participou, na última sexta-feira (22), da audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) para debater ações de prevenção, adaptação e gestão de riscos diante do fenômeno El Niño. Ele representou a Câmara de Blumenau, já que é o presidente da Frente Parlamentar do Saneamento Básico e também faz parte da Comissão de Defesa Civil.
A
audiência, proposta pelo deputado estadual Matheus Cadorin (NOVO), reuniu
órgãos técnicos, especialistas e representantes de municípios para discutir
cenários climáticos, estruturas de resposta e planejamento preventivo diante da
possibilidade de formação do fenômeno entre os meses de junho e agosto. O meteorologista Leandro Puchalski explicou o que é o
El Niño e afirmou que ainda é cedo para prever episódios de grandes cheias, como
em 1983.
Já o secretário-adjunto da Defesa Civil de Santa Catarina,
General Ricardo Miranda, garantiu que o governo do Estado já vem adotando uma
série de medidas para reforçar a atuação do órgão. A audiência também contou
com a participação do Dnit, Ministério Público e entidades da sociedade civil,
como o Fórum Permanente para Solução das Cheias do Vale do Itajaí, que atua na
cobrança pela execução de obras consideradas estratégicas para a região.
Cidade castigada pelas
enchentes
Durante sua manifestação, Bruno Win destacou a preocupação com a infraestrutura de drenagem da cidade, que tantas vezes foi castigada pelas enchentes, e cobrou maior atenção do poder público de Blumenau em ações de manutenção. “Estamos devendo muito na limpeza e no desassoreamento, e isso impacta diretamente a capacidade de Blumenau de enfrentar eventos climáticos extremos”, declarou.
Win ressaltou ainda que as discussões sobre drenagem urbana fazem parte das políticas de saneamento básico e precisam ser tratadas como prioridade para reduzir os impactos das enchentes e alagamentos. A audiência pública debateu também a situação das áreas de risco, os investimentos previstos em prevenção e a integração entre estado e municípios em possíveis situações de emergência.


Vereador de Blumenau participa de audiência pública da Alesc sobre prevenção aos efeitos do El Niño
O vereador Bruno Win (NOVO) participou, na última sexta-feira (22), da audiência pública promovida pela Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc) para debater ações de prevenção, adaptação e gestão de riscos diante do fenômeno El Niño. Ele representou a Câmara de Blumenau, já que é o presidente da Frente Parlamentar do Saneamento Básico e também faz parte da Comissão de Defesa Civil.
A
audiência, proposta pelo deputado estadual Matheus Cadorin (NOVO), reuniu
órgãos técnicos, especialistas e representantes de municípios para discutir
cenários climáticos, estruturas de resposta e planejamento preventivo diante da
possibilidade de formação do fenômeno entre os meses de junho e agosto. O meteorologista Leandro Puchalski explicou o que é o
El Niño e afirmou que ainda é cedo para prever episódios de grandes cheias, como
em 1983.
Já o secretário-adjunto da Defesa Civil de Santa Catarina,
General Ricardo Miranda, garantiu que o governo do Estado já vem adotando uma
série de medidas para reforçar a atuação do órgão. A audiência também contou
com a participação do Dnit, Ministério Público e entidades da sociedade civil,
como o Fórum Permanente para Solução das Cheias do Vale do Itajaí, que atua na
cobrança pela execução de obras consideradas estratégicas para a região.
Cidade castigada pelas
enchentes
Durante sua manifestação, Bruno Win destacou a preocupação com a infraestrutura de drenagem da cidade, que tantas vezes foi castigada pelas enchentes, e cobrou maior atenção do poder público de Blumenau em ações de manutenção. “Estamos devendo muito na limpeza e no desassoreamento, e isso impacta diretamente a capacidade de Blumenau de enfrentar eventos climáticos extremos”, declarou.
Win ressaltou ainda que as discussões sobre drenagem urbana fazem parte das políticas de saneamento básico e precisam ser tratadas como prioridade para reduzir os impactos das enchentes e alagamentos. A audiência pública debateu também a situação das áreas de risco, os investimentos previstos em prevenção e a integração entre estado e municípios em possíveis situações de emergência.


