Capacitação reforça práticas de inclusão e acessibilidade na Câmara de Blumenau

Capacitação reforça práticas de inclusão e acessibilidade na Câmara de Blumenau

27 DE Maio DE 2026
  • 2026
  • Atividades da Escola do Legislativo

  • A Câmara de Blumenau promoveu, na tarde desta quarta-feira (27), a palestra “Inclusão em Ação”, voltada a servidores, assessores e estagiários da Casa Legislativa. O encontro foi conduzido por integrantes da Secretaria Municipal de Inclusão da Pessoa com Deficiência e Paradesporto (Seidep), que apresentaram informações sobre direitos, acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência, além de orientações práticas para o convívio respeitoso e a promoção da autonomia.

    Representando a secretária Bruna Cristina Gomes de Araújo Daniel, a diretora de Políticas e Programas de Acessibilidade e Inclusão, Mariza Ehalt Graciano, destacou que a inclusão depende não apenas da legislação, mas também da eliminação das barreiras presentes na sociedade. Ela explicou conceitos como o modelo biopsicossocial da deficiência, que considera as limitações impostas pelo ambiente e não apenas as características individuais, e ressaltou a importância de que projetos, espaços e serviços sejam pensados com acessibilidade universal desde a sua concepção.

    Durante a palestra, a fisioterapeuta Vivian Becker abordou o capacitismo, definido como o preconceito que subestima a capacidade das pessoas em razão de uma deficiência. As servidoras reforçaram que a chamada barreira atitudinal — relacionada a comportamentos, julgamentos e falta de acolhimento — é apontada pelas próprias pessoas com deficiência como o principal obstáculo à inclusão. Também foram apresentadas orientações sobre o atendimento adequado a pessoas com deficiência visual, auditiva, física e com transtorno do espectro autista (TEA).

    Os participantes conheceram recursos de acessibilidade e tecnologias assistivas, como bengalas, cães-guia, óculos com inteligência artificial e sistemas de comunicação alternativa. A equipe da Seidep também divulgou o Blu Libras, serviço de interpretação em Libras para atendimentos em órgãos públicos municipais, e destacou a importância de garantir comunicação acessível para que pessoas surdas tenham pleno acesso à informação e aos serviços públicos.

    A estagiária da Procuradoria da Câmara, Larissa Lembeck, que tem deficiência visual, aprovou a iniciativa de promover o debate sobre inclusão no ambiente de trabalho. Segundo ela, além de garantir suporte adequado às pessoas com deficiência, é fundamental envolver também quem não possui deficiência nessas discussões. “As pessoas sem deficiência têm que saber que a inclusão é necessária, que existe esse sistema de inclusão e como as pessoas devem agir também, porque muitas vezes não sabem, não têm informação”, destacou.

    Ao encerrar o encontro, as representantes da secretaria reforçaram a necessidade de ampliar o debate sobre inclusão e acessibilidade nos espaços públicos e institucionais. A equipe colocou a Seidep à disposição dos gabinetes e setores da Câmara para orientar a elaboração de políticas públicas e ações voltadas à garantia dos direitos das pessoas com deficiência, defendendo que a inclusão deve ser construída por meio de informação, respeito e participação social.


    Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Fotos: Rogério Pires | Imprensa CMB



    Capacitação reforça práticas de inclusão e acessibilidade na Câmara de Blumenau

    Capacitação reforça práticas de inclusão e acessibilidade na Câmara de Blumenau

    27 DE Maio DE 2026
  • 2026
  • Atividades da Escola do Legislativo
  • A Câmara de Blumenau promoveu, na tarde desta quarta-feira (27), a palestra “Inclusão em Ação”, voltada a servidores, assessores e estagiários da Casa Legislativa. O encontro foi conduzido por integrantes da Secretaria Municipal de Inclusão da Pessoa com Deficiência e Paradesporto (Seidep), que apresentaram informações sobre direitos, acessibilidade e inclusão de pessoas com deficiência, além de orientações práticas para o convívio respeitoso e a promoção da autonomia.

    Representando a secretária Bruna Cristina Gomes de Araújo Daniel, a diretora de Políticas e Programas de Acessibilidade e Inclusão, Mariza Ehalt Graciano, destacou que a inclusão depende não apenas da legislação, mas também da eliminação das barreiras presentes na sociedade. Ela explicou conceitos como o modelo biopsicossocial da deficiência, que considera as limitações impostas pelo ambiente e não apenas as características individuais, e ressaltou a importância de que projetos, espaços e serviços sejam pensados com acessibilidade universal desde a sua concepção.

    Durante a palestra, a fisioterapeuta Vivian Becker abordou o capacitismo, definido como o preconceito que subestima a capacidade das pessoas em razão de uma deficiência. As servidoras reforçaram que a chamada barreira atitudinal — relacionada a comportamentos, julgamentos e falta de acolhimento — é apontada pelas próprias pessoas com deficiência como o principal obstáculo à inclusão. Também foram apresentadas orientações sobre o atendimento adequado a pessoas com deficiência visual, auditiva, física e com transtorno do espectro autista (TEA).

    Os participantes conheceram recursos de acessibilidade e tecnologias assistivas, como bengalas, cães-guia, óculos com inteligência artificial e sistemas de comunicação alternativa. A equipe da Seidep também divulgou o Blu Libras, serviço de interpretação em Libras para atendimentos em órgãos públicos municipais, e destacou a importância de garantir comunicação acessível para que pessoas surdas tenham pleno acesso à informação e aos serviços públicos.

    A estagiária da Procuradoria da Câmara, Larissa Lembeck, que tem deficiência visual, aprovou a iniciativa de promover o debate sobre inclusão no ambiente de trabalho. Segundo ela, além de garantir suporte adequado às pessoas com deficiência, é fundamental envolver também quem não possui deficiência nessas discussões. “As pessoas sem deficiência têm que saber que a inclusão é necessária, que existe esse sistema de inclusão e como as pessoas devem agir também, porque muitas vezes não sabem, não têm informação”, destacou.

    Ao encerrar o encontro, as representantes da secretaria reforçaram a necessidade de ampliar o debate sobre inclusão e acessibilidade nos espaços públicos e institucionais. A equipe colocou a Seidep à disposição dos gabinetes e setores da Câmara para orientar a elaboração de políticas públicas e ações voltadas à garantia dos direitos das pessoas com deficiência, defendendo que a inclusão deve ser construída por meio de informação, respeito e participação social.


    Fonte: Assessoria de Imprensa CMB | Fotos: Rogério Pires | Imprensa CMB